Livro Andarilho promove literatura em praças do Centro Histórico

Matéria publicada no portal da Prefeitura em 14/05/2018

 

Texto de: Fernando Campos (estagiário) / Supervisão: Luzia Lindenbaum

Funcionários da Biblioteca da Secretaria Municipal da Educação (Smed) espalharam livros por praças do Centro Histórico de Porto Alegre com o objetivo de promover o acesso à literatura nesta segunda-feira, 14, pelo projeto Livro Andarilho. Os locais visitados foram as praças da Alfândega, do Tambor e Júlio Mesquita. Os exemplares, em sua maioria doações, foram colocados em bancos e árvores para que a população os pegasse gratuitamente.

 

Projeto Livro Andarilho, realizado pela biblioteca da Smed. Bibliotecário Rodolfo Rocho distribui exemplares na Praça da Alfândega. Foto: Manoelle Duarte / Divulgação PMPA

 

Aos poucos, as pessoas aproximavam-se das obras, sentavam em um banco e começavam a ler. Um desses foi Esio da Rosa, 64 anos. Segundo ele, o projeto Livro Andarilho apareceu em boa hora ali na praça, uma vez que o lembrou deste hábito. “Uma palavra define a importância do livro: cultura. Todo leitor torna-se mais culto. Por isso, todos deveriam ler mais”, afirmou Esio.
O bibliotecário da Biblioteca da Smed Rodolfo de Matos explica que, além de benefícios práticos, como a melhora no vocabulário, ler estimula a criatividade. De acordo com Matos, o livro incentiva a imaginação de detalhes da obra, como os cenários e personagens, ao passo que a televisão, por exemplo, entrega uma imagem pronta para quem assiste, freando o pensamento.
“Se a literatura aumenta a educação da população, seu acesso deve ser democratizado”, diz Marta Rosa, professora que atua na Biblioteca da Smed. “Ler e ter acesso ao livro é um direito do cidadão, acima de tudo”, comenta. Por fim, a professora conta que ler é a principal maneira de se desenvolver intelectualmente e adquirir espaço na sociedade.
Além de espalhar livros pelo Centro, a ação Livro Andarilho colocou uma prateleira com exemplares na entrada da Smed (rua dos Andradas, 680 – Centro Histórico) para que os visitantes peguem ao passar por ali.
Funcionários da casa também podem fazer o mesmo, uma vez que a única regra do projeto é que o leitor repasse a obra depois de terminá-la, mantendo o livro em circulação e mantendo-o útil.
BookCrossing – Baseado no movimento norte-americano BookCrossing, consiste na prática de deixar um livro num local público para ser encontrado e lido por outro leitor, que, por sua vez, deverá fazer o mesmo. As obras vêm acompanhadas de um adesivo, um marcador de páginas e um guia de instruções, explicando o projeto e como participar. A biblioteca da Smed dispõe de acervo de mais de 4 mil livros, a maior parte na área da educação. Além de livros, também são oferecidas para consulta teses e dissertações de mestrado. Filmes brasileiros e CDs musicais também podem ser retirados por empréstimo.

Projeto Livro Andarilho, realizado pela biblioteca da Smed. Professor Ari Riboldi aborda um potencial leitor na Rua dos Andradas. Foto: Manoelle Duarte / Divulgação PMPA

Projeto Livro Andarilho, realizado pela biblioteca da Smed. Detalhe do adesivo e marcador com instruções de participação inspirada no Bookcrossing Foto: Manoelle Duarte / Divulgação PMPA

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6ª Semana da África na UFRGS

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Abertas as inscrições para apresentações de trabalhos na 6ª Semana da África na UFRGS

A 6ª Semana da África na UFRGS será realizada de 21 a 25 de maio de 2018, com a temática “Cosmovisões Africanas: formas de ver e interpretar o mundo a partir da África”. Sua programação compreenderá palestras, mesas temáticas, oficinas de caráter educativo dirigidas ao público infanto-juvenil, atividades culturais, sessões de apresentação de trabalhos acadêmicos e relatos de experiências pedagógicas sobre diversos aspectos dos povos africanos, sua relação com os afrodescendentes e as culturas negras do Novo Mundo.

Para participar da apresentação de trabalhos acadêmicos, os resumos devem ser entregues até dia 30 de abril, para que sejam selecionados pela comissão do evento. O anexo com o regulamento está disponível AQUI <https://www.ufrgs.br/neab/index.php/2018/03/05/informacoes-sobre-inscricoes-de-trabalhos-semana-da-africa/&gt;.

A Semana da África na UFRGS é uma ação de caráter acadêmico e cultural realizada anualmente, tendo como referência o dia 25 de maio, reconhecido desde 1972 pela ONU como o Dia da África. Criada, em 2013, pelo DEDS, devido à busca, por alguns estudantes africanos da universidade, de um espaço para falar sobre os seus países nas datas comemorativas de suas independências, tem como primeira finalidade aprofundar conhecimentos e a reflexão sobre o continente africano, com o qual o Brasil tem significativa afinidade histórica e cultural.

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Equipe de Bibliotecas da SMAMS convidam sua escola a conhecer e participar das atividades de seus espaços, que conciliam literatura e educação ambiental

Atividades bibliotecas da Smams 2018

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27 de março de 2018 · 15:03

Workshop Escola Sustentável

O Centro de Educação e Informação Ambiental está realizando um workshop voltado a Gestores, Professores, educadores e agentes ambientais sobre a temática “Escola Sustentável” com o intuito de trocar experiências sobre boas práticas de sustentabilidade ambiental.

Será apresentado o projeto implantado na Escola Estadual Matias de Albuquerque, que possui parceria com o Ceia/Smam desenvolvendo diversas ações de reaproveitamento de resíduos, hortas, compostagens e confecção de materiais lúdico-pedagógicos e objetos de arte com a finalidade de uma educação voltada à sustentabilidade ambiental.

Os projetos Superama, o Superamigo do Meio Ambiente, idealizado pelo colega Carlos Aguiar, o Teixerinha com a proposta da sensibilização para a construção de uma consciência ambiental através da transformação de resíduos sólidos em arte; o Projeto Pitucanoa, que ocorre no bairro Ponta Grossa voltado à comunidade local para desenvolvimento de ações educativas de qualificação dos recursos hídricos e os projetos Trilhando os Parques e Plantando Sementes de Sustentabilidade, realizados pelo Ceia também serão explanados.

As inscrições podem ser realizadas através do endereço eletrônico: educacaoambiental@smam.prefpoa.com.br ou pelo Centro de Educação e Informação Ambiental  (Ceia/Smam) pelos fones: 3289-8354 e 3289-8355.

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Aquisições da Biblioteca

Compartilhamos o Boletim de novas aquisições, volume 5, número 4, do período de outubro a dezembro de 2017.

Acesse aqui: boletim v.5 n.4 2017

As novidades incluem títulos bem variados de educação, literatura adulta e infantojuvenil e psicologia.

Abraços!

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Biblioteca da Smed realiza o Sarau Café com Letras

Matéria publicada no portal da PMPA em 15/12/2017

 

Texto de: Vitória Garcia (estagiária)/Supervisão: Luzia Lindenbaum

 

 

Nesta sexta-feira, 15, a Biblioteca da Secretaria Municipal de Educação (Smed) sediou o Sarau Café com Letras, organizado em parceria com a Comissão Permanente de Catalogação da Rede de Bibliotecas da prefeitura. O sarau ocorreu na biblioteca da sede da secretaria.

 

Na última edição do ano, o sarau homenageou os bibliotecários que fizeram parte da história da prefeitura, utilizando livros, textos e filmes que retratam a rotina desses profissionais. Além disso, o evento apresentou uma lista de personalidades que já atuaram como bibliotecários. Atualmente são 12 instituições municipais com bibliotecas públicas.

 

Os encontros do Sarau são anuais e acontecem desde 2012 com o objetivo promover a integração e o estímulo a leitura, além de divulgar os serviços prestados pelas bibliotecas e promover a reflexão de obras de seu acervo. Em anos anteriores, autores participaram do evento, como Fabrício Carpinejar, Cíntia Moscovich e Airton Ortiz.

 

Entre os locais que são abertos para pesquisa e também para empréstimos externos, estão a Biblioteca Ecológica Infantil Maria Dinorah, rua Comendador Caminha, bairro Rio Branco, vinculada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Smam) e que possui acervo constituído por livros de literatura infantil e didáticos; a Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães, avenida Erico Verissimo, 307, vinculada à Secretaria Municipal da Cultura (SMC), que possui acervo de 40 mil itens, entre livros, revistas e recursos multimídia; e a Biblioteca da Cinemateca Capitólio, rua Demétrio Ribeiro, 1085, também vinculada à SMC, que possui em seu acervo materiais sobre o cinema nacional e internacional.

A consulta ao acervo das bibliotecas pode ser realizada no Sistema de Bibliotecas do Município, no catálogo online.

 

Foto: Manoelle Duarte/Divulgação PMPA. Sarau homenageou os bibliotecários que fizeram parte da história da prefeitura.

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FNDE lança filme e concurso em homenagem aos 80 anos do livro didático

Escrito por  Assessoria de Comunicação Social do FNDE em 14 de Novembro de 2017

 

Estudantes do ensino fundamental e médio público poderão se inscrever no concurso literário a partir de 15 de dezembro

 

Em razão dos 80 anos de existência da política pública do livro didático, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) lançou filme comemorativo que remonta todo o caminho da cadeia de aquisição dos livros didáticos. Da publicação do edital à chegada do livro nas escolas pode-se levar até três anos. Já o ciclo completo do livro – até o seu descarte final – pode durar sete anos. Todo o processo foi remontado no filme que demonstra o cuidado com a qualidade do material distribuído para os mais de 41 milhões de estudantes de escolas públicas em todo o país. A “Fantástica História dos Livros Didáticos” (link https://youtu.be/0-Fz14JrQEw) tem cerca de 3’40’’ de duração e é dedicada a todos os estudantes e professores brasileiros.

 

Também foi lançado o concurso literário “Faça parte dessa história”, que pretende selecionar os maiores talentos das escolas públicas do Brasil na arte de escrever. O concurso é voltado para estudantes devidamente matriculados em turmas de ensino fundamental e médio das escolas públicas brasileiras. As inscrições serão realizadas de 15 de dezembro a 2 de março de 2018, unicamente pela página do concurso http://www.fnde.gov.br/concursoliterario/.

 

Poderão ser inscritas obras nos seguintes gêneros literários: poema, conto, crônica, novela, teatro, texto da tradição popular, romance, memória, diário, biografia, relatos de experiências e história em quadrinhos.

 

O primeiro lugar de cada uma das categorias ganhará uma viagem internacional para conhecer a maior feira de livros do mundo, a Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha. Os três finalistas de cada categoria (anos iniciais do ensino fundamental, anos finais do ensino fundamental e ensino médio) também serão premiados com uma viagem de visita à Bienal do Livro de São Paulo, em 2018, e poderão acompanhar a produção e distribuição do livro didático, na capital paulista. E ainda levarão pra casa um acervo completo de livros literários.

 

“O incentivo à leitura deve começar desde cedo. É através dela que nossos jovens podem ampliar seus conhecimentos e criar uma nova percepção de mundo. A capacidade de interpretar o mundo começa aqui e, nesse sentido, a comemoração dos 80 anos do PNLD é uma grande vitória para todos nós. Uma política quase centenária que continua a crescer e a dar bons frutos”, afirma o presidente do FNDE, Silvio Pinheiro. “Acreditamos que o concurso literário será um grande movimento em favor da criatividade dos nossos estudantes. Temos certeza que teremos grandes obras inscritas”, concluiu.

 

História

 

O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) é o mais antigo dos programas voltados à distribuição de obras didáticas aos estudantes da rede pública de ensino brasileira e iniciou-se, com outra denominação, em 1937. Ao longo desses 80 anos, o programa foi aperfeiçoado e teve diferentes nomes e formas de execução. Atualmente, o PNLD é voltado à educação básica brasileira, tendo como única exceção os alunos da educação infantil.

 

Foi em 1985 que o programa passou a se parecer com o que conhecemos hoje. Naquele ano passou a se chamar Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), e não mudou só de nome. Passou a ser mais democrático e abrangente. Os livros didáticos passaram a ser indicados pelos professores, estabeleceu-se a reutilização do livro, implicando a abolição do livro descartável e o aperfeiçoamento das especificações técnicas para sua produção, visando maior durabilidade e possibilitando a implantação de bancos de livros didáticos. No mesmo ano também chegava ao fim a participação financeira dos estados, passando toda a responsabilidade para o Governo Federal.

 

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Alunos lançam livro que explora a filosofia na palavra escrita

Matéria publicada em 23/11/2017 no portal da PMPA

Texto de: Vitória Garcia (estagiária)/Supervisão: Cristina Lac

 

Foto: Divulgação/PMPA. Obra foi escrita por 45 estudantes da Emef Neusa Goulart Brizola

 

Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Neusa Goulart Brizola, lançaram, na tarde desta quinta-feira, 23, no Palácio do Ministério Público, o livro “Inspiradores de Mundos“. A obra foi escrita no ano passado por 45 estudantes do 4º ao 9º ano da escola e foi organizada pelos professores Rita Azzolin, Joelma Borges e Gustavo Pinto e coordenada pelo professor Luciano Bedin, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com a participação do filósofo e professor da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS), Sérgio Sardi.
A obra é composta por verbetes, em que os estudantes escolheram palavras com as quais mais se identificavam e escreveram sobre elas. Alguns dos temas tratados no livro são: amizade, respeito, fé e empatia. Para a professora Rita Azzolin, seus alunos são capazes de se inspirar através da palavra escrita. “Por isso o nome do livro é ‘Inspiradores de Mundos’, pois através das próprias palavras eles podem inspirar outras pessoas”, conta.
Para Vitor Vidal, ex-aluno da escola, os encontros do grupo de Filosofia uniram os estudantes da sua turma, a do 9º ano de 2016, tornando-os um único grupo de amigos. “Foi uma experiência nova, porque a gente nunca tinha escrito algo tão grande assim. Foi algo diferente, mas foi bom, uma diferença boa”, afirma.
O lançamento do livro é fruto de uma parceria com a UFRGS, através do projeto “Saberes Significativos: quando a universidade aprende com a escola e a escola aprende com a universidade“, que proporciona trocas de experiências entre os alunos e os estudantes universitários, por meio de oficinas e troca de cartas anônimas.
O lançamento da obra também contou com apresentação de música, sessão de autógrafos, exposição de fotos e trabalhos dos estudantes.

 

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Alunos de escola de surdos lançam publicação na Feira do Livro

Matéria publicada em 13/11/2017 no portal da PMPA

Texto de: Vitória Garcia (estagiária) / Supervisão: Cristina Lac

 

Foto: Manoelle Duarte/Divulgação PMPA. Livro Super Léo foi escrito por estudante da Emef Salomão Watnick

 

Nesta segunda-feira, 13, alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) de Surdos Bilíngue Salomão Watnick lançaram o livro Super Léo durante a 63ª Feira do Livro de Porto Alegre. A publicação, de autoria dos próprios estudantes, busca fortalecer as relações com as diferenças e valorizar as habilidades artísticas. A sessão de autógrafos, ocorrida no Auditório do Memorial do Rio Grande do Sul, contou com a presença dos autores, demais alunos e professores da escola.
A ideia de escrever um livro nasceu durante as aulas de contação de histórias em quadrinhos. Para executar a proposta, os professores Samuel Mota, da Sala de Integração de Recursos (SIR), e Sonia Luisi, da biblioteca da escola, reuniram os estudantes Diego Gaffree Fernandes, Hugo Lopes Cabreira, Jeferson Nunes Silva, Leandro da Rosa e Rafael da Silva Vitorino para contar uma história diferente, de autoria dos próprios estudantes e onde os protagonistas fossem eles próprios.
Super Léo narra a vida e as amizades do herói Léo, personagem baseado no estudante Leandro da Rosa, que é cadeirante e cujo superpoder é revelado ao girar da cadeira de rodas. O livro explora a temática da diversidade e a integração dentro e fora do espaço escolar, valorizando a escrita, a produção textual e as diferenças.
Os professores Samuel e Sonia acreditam que a oportunidade de mostrar os talentos e habilidades que os alunos possuem é a maior realização do trabalho e destacam que a iniciativa terá mais desdobramentos. “Esse é só o início, pois a ideia é transformar Super Léo em um filme, trabalhando em conjunto com o projeto de cinema da escola”, informam os professores.

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Escolas expõem projetos voltado à literatura na Feira do Livro

Matéria publicada em 10/11/2017 no site da PMPA

Texto de: Fernando Campos com supervisão de Cristina Lac

 

Foto: Manoelle Duarte/Divulgação PMPA Escola usou versões de “Chapeuzinho Vermelho” para falar sobre abuso sexual

 

Nesta sexta-feira, 10, as escolas da rede municipal de ensino Ana Íris do Amaral, no bairro Protásio Alves, e José Mariano Beck, no bairro Jardim Carvalho, apresentaram projetos no seminário internacional “O Papel da Biblioteca e da Leitura no Desenvolvimento da Sociedade”, que integra a 63ª Feira do Livro de Porto Alegre. Ambas as Emefs utilizaram a leitura para desenvolver ações com os alunos e, através das educadoras, relataram suas experiências para o público presente no Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo, local que recebe o evento.
Na Sala Compartilhamento de Ideias, a Emef Ana Íris do Amaral apresentou o projeto “Sempre às Sextas-Feiras: Lendo na Biblioteca Flor do Campo”. A ação, idealizada pelas professoras Maria Luci de Mesquita Prestes e Flávia Moretto de Oliveira, consiste em reservar, por semana, um período inteiro de Português apenas para a leitura. Ao término do dia, os alunos eram incentivados a anotar o quanto leram e suas impressões sobre o livro. O objetivo da atividade era auxiliar os estudantes a criarem o hábito da leitura e capacitá-los como leitores.
Logo após, no auditório Barbosa Lessa, a Emef José Mariano Beck palestrou sobre o projeto “Defenda-se: leituras e releituras de Chapeuzinho Vermelho para falar de abuso sexual”, criado pelas professoras Luciana Ferreira Soares e Rochele Marcello da Silva Schott. A ação utilizou diversas versões do conto Chapeuzinho Vermelho para alertar sobre o risco de aceitar ajuda de estranhos, algo que acontece com a personagem na história.
O carro-chefe da ação foi o livro gaúcho “O Menino do Capuz Vermelho”, que tem como protagonista um garoto porto-alegrense, facilitando a identificação dos alunos. De acordo com a professora Luciana, os contos não eram mostrados de maneira moralizante, mas visando ensinar os alunos a defender-se de assediadores.
Além dos livros, também foram utilizadas outras mídias, como a música Lobo Bobo e o filme A Menina da Capa Vermelha. A ação também teve como objetivo pontuar a diferença entre carinho e abuso e incentivar a denúncia caso algum adulto quebre essa barreira. “A escola precisa mostrar que está aberta para tratar sobre o assédio”, disse Rochele Schott.

A Prefeitura está presente no 6º Seminário Internacional O Papel da Biblioteca e da Leitura no Desenvolvimento da Sociedade com as equipes da Biblioteca da SMED e da Biblioteca Pública Municipal Josué Guimarães (SMC). O evento encerra nesta sexta-feira, 10.

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